a Dianética é uma actividade conhecida como "audição" ou "audioria" (do inglês auditing), que procura levar um adepto a um estado de clareza, numa liberalidade das influências da mente reactiva.
A prática é executada por um conselheiro chamado "ouvidor", que dirige uma série de perguntas ao interessado para entender e gravar as suas responsabilidades e conhecimentos adquiridos.
O objetivo é capacitar o interessado a restabelecer o controle volitivo e de percepção do material previamente guardados na sua mente reactiva.
A forma inicial do processo Dianético, ainda praticado hoje, envolve um cenário reminiscente da psicanálise freudiana, com o analisado deitado, recostado num sofá e num estado reflectivo chamado "devaneio dianético" enquanto o analista, sentado próximo, numa cadeira, toma notas, propondo perguntas e respostas sobre as declarações do analisado e um número "indicativo" fisiológico.
Algumas formas avançadas de auditoria empregam um dispositivo chamado Eletropsicômetro de Hubbard ("E-Meter").
Esse dispositivo mede as trocas na resistência elétrica da pele do analisado, fazendo passar 1/2 volt através um par de tubos de chapa de zinco cheio de uma solução química, apoiados na pele para medir as ondas e gravá-las, enquanto se ouve o analisado.
Estas trocas pequenas na resistência eléctrica, conhecida como resposta galvânica, são similares àquelas obtidas pelo polígrafo. Máquinas análogas são aceites por adeptos da igreja por serem mais seguras e sensíveis ao estado mental do analisado do que o fisiológico "Indica" da recente Dianética.
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